Como o Dr. Denis Sakai trata a Escoliose Sindrômica em Crianças?
Postado em: 18/08/2025
A Escoliose Sindrômica em Crianças ocorre em pacientes com síndromes genéticas ou neuromusculares, como síndrome de Rett, síndrome de Marfan e distrofia muscular.

Como costuma estar associada a outras alterações sistêmicas, o tratamento exige avaliação minuciosa e planejamento individualizado.
Diferente da escoliose idiopática, que geralmente pode ser controlada com medidas conservadoras, a forma sindrômica tende a evoluir de forma acelerada e comprometer funções importantes, como a postura, a respiração e a mobilidade.
Por isso, o acompanhamento com um especialista em cirurgia da coluna com experiência em casos complexos é essencial.
A seguir, explico como conduzo a avaliação da escoliose sindrômica em crianças, os exames que utilizo para um diagnóstico preciso, quando a cirurgia é indicada e quais tecnologias fazem parte do plano de tratamento.
O que é escoliose sindrômica?
A escoliose sindrômica é uma curvatura lateral da coluna que acontece em crianças com síndromes genéticas, neuromusculares ou metabólicas.
Ao contrário da escoliose idiopática, que não tem causa definida, esse tipo está diretamente relacionado à condição de base.
Sintomas mais comuns:
- Assimetria do tronco, ombros ou cintura;
- Dificuldade para sentar sem apoio;
- Perda progressiva do alinhamento corporal;
- Em alguns casos, comprometimento respiratório.
A curva tende a progredir rapidamente, especialmente em crianças com hipotonia, fraqueza muscular generalizada ou atraso motor.
Causas frequentes:
- Síndromes genéticas: como síndrome de Rett, síndrome de Marfan, síndrome de Down;
- Doenças neuromusculares: como paralisia cerebral e distrofia muscular;
- Síndromes raras: como Ehlers-Danlos e síndromes com epilepsia grave.
A prevalência varia conforme o diagnóstico de base, mas estudos mostram que até 90% das crianças com distrofias musculares e síndromes genéticas desenvolvem algum grau de escoliose ao longo do crescimento.
Minha abordagem diferenciada
A avaliação começa com uma análise clínica minuciosa, sempre respeitando as particularidades da síndrome de base.
- Radiografia panorâmica com baixa dose de radiação (EOS): avalia toda a coluna com o paciente em pé, ideal para crianças e adolescentes;
- Escanometria: detecta diferenças no comprimento dos membros inferiores, que podem agravar o desvio;
- Ressonância magnética: indicada para investigar a medula espinhal e estruturas neurológicas associadas.
Nos casos leves, o acompanhamento regular pode ser suficiente. Em quadros moderados ou com sinais de progressão, indico fisioterapia postural e coletes ortopédicos personalizados, respeitando o nível de colaboração da criança e suas condições clínicas.
Seu filho tem síndrome genética e apresenta assimetria postural? Agende uma consulta especializada comigo e receba um plano de acompanhamento completo, com base em evidências e tecnologia de ponta.
Cirurgia na escoliose sindrômica em crianças: quando indicar?
A cirurgia para escoliose sindrômica é considerada apenas após uma avaliação criteriosa. A decisão vai muito além do grau da curva: analiso o impacto funcional da deformidade, a evolução ao longo do tempo e o estágio de crescimento da criança.
Critérios que costumam indicar cirurgia:
- Curvas progressivas maiores que 45 graus;
- Dificuldade para sentar sem apoio adequado;
- Comprometimento respiratório ou dor persistente;
- Falha do tratamento conservador.
Quando a cirurgia é necessária, opto pelas técnicas mais modernas e menos invasivas, sempre buscando preservar a função da coluna e a qualidade de vida a longo prazo. Entre os recursos utilizados estão:
- Sistemas magneticamente expansíveis (MCGR): permitem acompanhamento com ajustes não invasivos, evitando múltiplas cirurgias em crianças pequenas;
- Vertical Expandable Prosthetic Titanium Rib (VEPTR): indicado para crianças com hipoplasia pulmonar ou deformidades do tórax associadas;
- Fusão definitiva com navegação 3D: indicada em curvas muito graves, quando o crescimento já está próximo do fim, garantindo maior segurança e precisão.
Todas as decisões são tomadas em conjunto com a família, considerando o quadro clínico completo, os riscos da progressão e os benefícios esperados.
Seu filho já tentou colete e fisioterapia, mas a curva continua aumentando? Marque uma segunda opinião comigo. Vamos avaliar opções cirúrgicas modernas, seguras e com mínimo impacto no crescimento.
Por que escolher o Dr. Denis Sakai?
- Mais de 16 anos de experiência em cirurgia da coluna;
- Fellowship em cirurgia de coluna pediátrica no Children’s Hospital of Philadelphia (CHOP), nos Estados Unidos;
- Atuação nos principais hospitais de São Paulo: Albert Einstein, Sírio-Libanês e Sabará Hospital Infantil;
- Uso de tecnologia de ponta, como radiografia EOS, softwares com inteligência artificial para análise de progressão e impressão 3D de coletes ortopédicos;
- Atendimento humanizado, com foco em escuta ativa da família e decisões compartilhadas.
Agenda aberta para novos pacientes. Marque agora mesmo a consulta do seu filho e tenha acesso a um atendimento ético, cuidadoso e com técnicas atualizadas.
Perguntas frequentes sobre escoliose sindrômica em crianças
1. A escoliose sindrômica tem cura?
Não existe cura, mas com acompanhamento especializado é possível controlar a progressão da curva e melhorar a qualidade de vida da criança.
2. Toda escoliose sindrômica precisa de cirurgia?
Nem sempre. Muitos casos podem ser acompanhados com coletes ortopédicos personalizados, fisioterapia postural e monitoramento clínico regular.
3. Quais são os sinais de que a escoliose está piorando em uma criança com síndrome?
Entre os sinais de progressão estão o aumento visível da curvatura, dificuldade para manter a postura sentada, queixas de dor, desequilíbrio ao caminhar e, em casos mais graves, alterações respiratórias. Observar esses sinais é crucial para evitar complicações.
4. Crianças com limitações motoras podem passar por cirurgia de escoliose?
Sim. Mesmo em casos com mobilidade reduzida, a cirurgia pode trazer benefícios importantes, como melhora da postura sentada, alívio da dor e ganho de qualidade de vida. O planejamento é mais cuidadoso e leva em conta as particularidades de cada paciente.
5. Como preparar a família para o tratamento da escoliose sindrômica?
O acompanhamento exige diálogo constante. Explico em detalhes cada etapa, envolvo a equipe multidisciplinar e ofereço apoio emocional aos pais. A participação ativa da família no tratamento faz toda a diferença nos resultados a longo prazo.
Avaliação especializada pode transformar o futuro
A escoliose sindrômica em crianças é uma condição desafiadora, mas com uma abordagem individualizada, é possível garantir mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida ao longo do crescimento.
Estou à disposição para apoiar sua família com experiência, recursos modernos e um acompanhamento humanizado. Não adie a avaliação do seu filho — entre em contato e agende sua consulta.
Dr. Denis Seguchi Sakai
Ortopedista e Cirurgião de Coluna
CRM-SP: 119.954 | RQE: 50.953
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